{"id":8895,"date":"2024-05-14T15:12:00","date_gmt":"2024-05-14T15:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/13.218.190.167\/?p=8895"},"modified":"2024-05-14T15:14:31","modified_gmt":"2024-05-14T15:14:31","slug":"abordagens-para-a-sustentabilidade-na-agricultura-brasileira-aliando-conservacao-ambiental-e-crescimento-economico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bvrio.org\/pt-br\/abordagens-para-a-sustentabilidade-na-agricultura-brasileira-aliando-conservacao-ambiental-e-crescimento-economico\/","title":{"rendered":"Abordagens para a sustentabilidade na agricultura brasileira: aliando conserva\u00e7\u00e3o ambiental e crescimento econ\u00f4mico"},"content":{"rendered":"<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">O <a href=\"http:\/\/www.planaflor.org\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PlanaFlor<\/a>, ou Plano Estrat\u00e9gico para Implementa\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal, pode ser um complemento meticuloso ao Programa Nacional de Convers\u00e3o de Pastagens Degradadas (PNCPD) para o fortalecimento da agricultura sustent\u00e1vel no Brasil. Enquanto o PNCPD estabelece metas abrangentes para a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens, o PlanaFlor vai al\u00e9m, identificando a\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para alcan\u00e7ar objetivos estrat\u00e9gicos e ampliando o foco com uma abordagem hol\u00edstica que d\u00e1 suporte \u00e0 vis\u00e3o do governo, facilitando a transi\u00e7\u00e3o para uma agricultura sustent\u00e1vel que promove o crescimento econ\u00f4mico.<\/span><\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8885\" src=\"http:\/\/bvrio.org\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/LinkedIn-Article-Headers-1-300x169.png\" alt=\"\" width=\"909\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/www.bvrio.org\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/LinkedIn-Article-Headers-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.bvrio.org\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/LinkedIn-Article-Headers-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.bvrio.org\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/LinkedIn-Article-Headers-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.bvrio.org\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/LinkedIn-Article-Headers-1-1536x864.png 1536w, https:\/\/www.bvrio.org\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/LinkedIn-Article-Headers-1-2048x1152.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 909px) 100vw, 909px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O governo federal do Brasil, por meio do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA), anunciou em dezembro de 2023 o lan\u00e7amento do Programa Nacional de Convers\u00e3o de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1rios e Florestais Sustent\u00e1veis (PNCPD)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, com a ambiciosa meta de recuperar e converter at\u00e9 40 milh\u00f5es de hectares (Mha) de pastagens degradadas em um per\u00edodo de 10 anos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O PNCPD estabelece um objetivo de restaura\u00e7\u00e3o que supera em 33% a meta de 30 Mha estipulada pelo Plano ABC+ (2020-2030)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e mais do que dobra a meta de 15 Mha estabelecida pela Contribui\u00e7\u00e3o Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil, no \u00e2mbito do Acordo de Paris.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com proje\u00e7\u00f5es do MAPA<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, a agricultura brasileira deve demandar 11,3 Mha de terras adicionais at\u00e9 2030\/31 e a produ\u00e7\u00e3o de carne deve aumentar 17% entre 2020\/21 e 2030\/31, passando de 8,3 para 9,7 milh\u00f5es de toneladas. Sem ganhos de produtividade, seriam necess\u00e1rios novos desmatamentos para atender a demanda de carne da ordem de 7 Mha<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Totalmente alinhado \u00e0s diretrizes do PNCPD, o <\/span><a href=\"https:\/\/planaflor.org\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">PlanaFlor<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> tem como eixo central a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas e sua convers\u00e3o para outros usos. O plano apresenta 104 a\u00e7\u00f5es para atingir 8 objetivos estrat\u00e9gicos de modo a promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel a partir da implementa\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, considerando o fortalecimento institucional de \u00f3rg\u00e3os do governo, a expans\u00e3o da agricultura sem desmatamento, da silvicultura, da agricultura de baixo carbono, da conserva\u00e7\u00e3o dos remanescentes florestais e da recomposi\u00e7\u00e3o dos passivos de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, assim como a reestrutura\u00e7\u00e3o do sistema de cr\u00e9dito para promover os demais objetivos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O PlanaFlor identificou cerca de 75 Mha de pastagens degradadas no Brasil e prop\u00f5e a recupera\u00e7\u00e3o e convers\u00e3o de aproximadamente 44 Mha at\u00e9 2030, \u00e1rea muito similar a apresentada pelo MAPA para o PNCPD. Destes, o PlanaFlor sugere que cerca de 12 Mha sejam destinados \u00e0 convers\u00e3o para agricultura, \u00e1rea equivalente ao crescimento projetado pelo MAPA at\u00e9 2030\/31, 20 Mha para Sistemas Agroflorestais e diferentes tipos de Integra\u00e7\u00e3o entre Lavoura, Pecu\u00e1ria e Floresta, e 12 Mha para recomposi\u00e7\u00e3o de passivos de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, sendo 8 Mha em \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APPs) e 4 Mha em Reserva Legal.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Restariam, ainda, aproximadamente 31 Mha de pastagem degradada, sem potencial para a agricultura nem para a regenera\u00e7\u00e3o natural, para serem recuperados e acomodar uma pecu\u00e1ria mais moderna e produtiva, resultando em maior n\u00famero de animais (e maior produ\u00e7\u00e3o de carne) em um menor espa\u00e7o de terra. Estima-se que o aproveitamento m\u00e9dio dos pastos no Brasil \u00e9 de cerca de 30% de seu potencial<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, o que significa dizer que, se a capacidade produtiva destes 31 Mha de pastagens degradadas fosse \u201capenas\u201d duplicada, sobraria terra mais do que suficiente para absorver o crescimento da produ\u00e7\u00e3o de carne projetado pelo MAPA at\u00e9 2030.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No \u00e2mbito de sua estrat\u00e9gia integrada, o PlanaFlor identificou e mapeou \u00e1reas priorit\u00e1rias para recupera\u00e7\u00e3o de pastagem e convers\u00e3o para outro tipo de uso do solo. Esta proposi\u00e7\u00e3o tem como base an\u00e1lises t\u00e9cnicas que identificaram \u00e1reas priorit\u00e1rias para a expans\u00e3o agr\u00edcola, para a implementa\u00e7\u00e3o de sistemas integrados (agricultura de baixo carbono) e para a recomposi\u00e7\u00e3o de passivos de vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Se, por um lado, a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens e convers\u00e3o para outros usos do solo \u00e9 um componente fundamental para o crescimento das atividades produtivas rurais sem novos desmatamentos, por outro, incentivos econ\u00f4micos para a manuten\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa existente exercem um papel importante na equa\u00e7\u00e3o de promover o desenvolvimento rural em bases sustent\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A despeito de o C\u00f3digo Florestal apresentar normas r\u00edgidas de conserva\u00e7\u00e3o das florestas dentro das propriedades privadas no Brasil, especialmente na forma de Reserva Legal e de \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente, o PlanaFlor estimou a exist\u00eancia de aproximadamente 110 Mha de vegeta\u00e7\u00e3o nativa conservada dentro de \u00e1reas privadas que excedem a obriga\u00e7\u00e3o definida pelo C\u00f3digo Florestal como Reserva Legal, das quais, cerca de 50% poderiam, teoricamente, ser legalmente desmatadas em posse das autoriza\u00e7\u00f5es e licen\u00e7as requeridas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cruzando os dados do Cadastro Ambiental Rural \u2013 onde est\u00e3o inscritos quase 7 milh\u00f5es de im\u00f3veis \u2013 com informa\u00e7\u00f5es recentes sobre o uso e cobertura do solo do pa\u00eds (MapBiomas), a BVRio identificou mais de 440 mil im\u00f3veis com excedentes de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, ou seja, im\u00f3veis que possuem florestas e outras formas de vegeta\u00e7\u00e3o acima do que a lei obriga. Juntas, estas \u00e1reas somam pelo menos 59,3 milh\u00f5es de hectares de excedentes de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, j\u00e1 descontadas as sobreposi\u00e7\u00f5es entre im\u00f3veis, que s\u00e3o muito comuns no SICAR, que \u00e9 um registro auto-declarat\u00f3rio. Estas s\u00e3o \u00e1reas pass\u00edveis de serem desmatadas legalmente e, por isso, s\u00e3o necess\u00e1rias pol\u00edticas p\u00fablicas e de investimentos privados para que permane\u00e7am conservadas, saud\u00e1veis e provendo os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos dos quais depende nosso desenvolvimento e bem-estar. Saiba mais no <a class=\"app-aware-link \" href=\"https:\/\/erl.portaldocodigo.org\/\" target=\"_self\" data-test-app-aware-link=\"\" rel=\"noopener\">painel Florestas a Mais.<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O PlanaFlor aponta que o desmatamento ilegal deve ser enfrentado por meio das pr\u00e1ticas de comando e controle e, para isso, sugere a\u00e7\u00f5es de monitoramento, acelera\u00e7\u00e3o das an\u00e1lises do CAR, integra\u00e7\u00e3o de base de dados, entre outros. O desmatamento legal, contudo, deve ser enfrentado por meio da valoriza\u00e7\u00e3o destas \u00e1reas, isto \u00e9, da valoriza\u00e7\u00e3o dos ativos ambientais. Para isso, sugere uma s\u00e9rie de incentivos econ\u00f4micos, al\u00e9m da importante regula\u00e7\u00e3o do mercado nacional de carbono.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Modelagem realizada pelo PlanaFlor demonstra que a expans\u00e3o agropecu\u00e1ria e a mudan\u00e7a do uso do solo proposta pelo plano estrat\u00e9gico por meio do cumprimento do C\u00f3digo Florestal, podem gerar crescimento do PIB de cerca de R$ 6,5 bilh\u00f5es ao ano e movimentar mais de R$ 400 bilh\u00f5es na economia do pa\u00eds at\u00e9 2030<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, al\u00e9m de serem fundamentais para que o Brasil cumpra com suas metas nacionalmente determinadas (NDCs) no \u00e2mbito do acordo de Paris.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, em 8 anos, a estrutura\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva da restaura\u00e7\u00e3o, necess\u00e1ria para fazer frente ao desafio de recompor 12 Mha de passivo de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, o fortalecimento da agricultura familiar e o crescimento da agricultura de baixo carbono, trariam enormes benef\u00edcios sociais e ambientais. Seriam mais de 2,5 milh\u00f5es de trabalhadores da agricultura familiar fortalecidos em uma \u00e1rea de 11,4 Mha, gerando inclus\u00e3o social no campo e diminui\u00e7\u00e3o das desigualdades, cerca de 2,5 milh\u00f5es de novos empregos, mais de 25 Gt de CO2eq. estocados nas florestas, que seriam sequestrados ou deixariam de ser emitidos para a atmosfera, 31 Mha de pastagens degradadas recuperados, 20 Mha convertidos para agricultura de baixo carbono,\u00a0 conserva\u00e7\u00e3o de 110 Mha de vegeta\u00e7\u00e3o nativas e recomposi\u00e7\u00e3o de 12 Mha de passivos de vegeta\u00e7\u00e3o, que contribuiriam n\u00e3o apenas para o clima, mas tamb\u00e9m para conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e para\u00a0 presta\u00e7\u00e3o de uma variedade de outros servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, tais como a regula\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e a provis\u00e3o de recursos florestais madeireiros e n\u00e3o-madeireiros.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Soma-se a tudo isso as externalidades que podem se manifestar na forma de benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade das pessoas (e menores gastos governamentais), \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do regime de chuvas e da produtividade agr\u00edcola, da navegabilidade dos rios, entre outros. Para citar um exemplo concreto, estima-se que a emiss\u00e3o de 1 tonelada adicional de CO<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> representa um custo social global de at\u00e9 U$ 185. Isso significa que os 25 Gt de CO<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> que deixariam de ser emitidos com a implementa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es propostas no PlanaFlor resultariam em uma \u201ceconomia\u201d global que supera os U$ 4,5 trilh\u00f5es.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com isso, o PlanaFlor demonstra que n\u00e3o existe conflito entre conserva\u00e7\u00e3o ambiental e crescimento econ\u00f4mico. Pelo contr\u00e1rio, a conserva\u00e7\u00e3o deve impulsionar a economia do pa\u00eds, servindo tamb\u00e9m como modelo para outros pa\u00edses interessados em adotar pr\u00e1ticas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis associadas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o das florestas.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p id=\"ember61\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">Notas:<\/p>\n<p id=\"ember62\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">1)\u00a0Decreto n\u00ba 11.815<\/p>\n<p id=\"ember63\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">2) 2 Plano setorial para adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a do clima e baixa emiss\u00e3o de carbono na agropecu\u00e1ria com vistas ao desenvolvimento sustent\u00e1vel (2020-2030) \u2013 <a class=\"app-aware-link \" href=\"https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\/assuntos\/sustentabilidade\/agricultura-de-baixa-emissao-de-carbono\/abc\/metas-do-abc\" target=\"_self\" rel=\"noopener\" data-test-app-aware-link=\"\">https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\/assuntos\/sustentabilidade\/agricultura-de-baixa-emissao-de-carbono\/abc\/metas-do-abc<\/a><\/p>\n<p id=\"ember64\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">3) Barreto, P. 2021. Pol\u00edticas para desenvolver a pecu\u00e1ria na Amaz\u00f4nia sem desmatamento. Amaz\u00f4nia 2030, Agosto 2021. Imazon.<\/p>\n<p id=\"ember65\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">4) Desenvolvido por BVRio, CSF, FBDS e FGV, dispon\u00edvel em <a class=\"app-aware-link \" href=\"https:\/\/planaflor.org\/\" target=\"_self\" rel=\"noopener\" data-test-app-aware-link=\"\">https:\/\/planaflor.org<\/a><\/p>\n<p id=\"ember66\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">5) \u00a0Lei de Prote\u00e7\u00e3o da Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa (12.651\/12)<\/p>\n<p id=\"ember67\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">6) Barreto, P. 2021. Pol\u00edticas para desenvolver a pecu\u00e1ria na Amaz\u00f4nia sem desmatamento. Amaz\u00f4nia 2030, Agosto 2021, Imazon.<\/p>\n<p id=\"ember68\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">Arantes, A.E.; Couto, V.R.M.; Sano, E.E. e Ferreira, L.G. 2018. Livestock intensification potential in Brazil based on agricultural census and satellite data analysis. Pesquisa agropecu\u00e1ria brasileira, Bras\u00edlia, v.53, n.9, p.1053-1060, setembro de 2018.<\/p>\n<p id=\"ember69\" class=\"ember-view reader-content-blocks__paragraph\">7) Gurgel, A. C., Souto, B. F., Rosseti, E. S., Roveda, G., Vinhas, G. An\u00e1lise de impacto da implementa\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal sobre o PIB e o uso da terra (Projeto Planaflor \u2013 Rio de Janeiro, RJ, n\u00famero 17, 2022). 34. Available at: <a class=\"app-aware-link \" href=\"http:\/\/www.planaflor.org\/\" target=\"_self\" rel=\"noopener\" data-test-app-aware-link=\"\">www.planaflor.org<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PlanaFlor, ou Plano Estrat\u00e9gico para Implementa\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal, pode ser um complemento meticuloso ao Programa Nacional de Convers\u00e3o de Pastagens Degradadas (PNCPD) para o fortalecimento da agricultura sustent\u00e1vel no Brasil. 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